Sobre ela

Frágil de nascença
Cresceu num corpo contrário
Forte, altivo, voraz
Por dentro, peixinho de aquário
Por fora, mamute desgovernado
Sua vida nunca teve altos e baixos
Sempre foi de uma linearidade incômoda
Um autocontrole mentiroso
Uma paciência só de aparência
Aconteceu para o mundo já gente grande
Mas sua alma, tadinha
Engatinhava
Não aparenta os anos
Tampouco a quantidade de planos
A prática é que nem sempre acontece
Mas os sonhos, esses sim permanecem.

4 comentários:

Anônimo disse...

Ludi, torço por vc em tudo. Aliásvc já é o orgulho da titia! hahaha.
Este poema é mto intenso e carregado de tons bastante densos. Inspira um incômodo profundo e longo... Antíteses fortes, figuras fortes... Acho que o "mamute" existe por dentro, isso sim. Como uma força tremenda que lhe impulsiona e mantém.

Valéria.

Thai disse...

Denso mesmo. Vc tinha me perguntado se eu identificava o personagem. Mas acho q eu tava com a cabeça cheia. Lendo de novo ficou tão claro...

Anônimo disse...

ai meu deus! esse sou eu!
:)
manu

be disse...

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